Clube do Choro de Miami

Abril / 2005

 

Composto por:

Danuzio Lima

Bill Duba

Felipe Souto

Victor Souto

Paulo Carvalho

Douglas Lora

Juju do Pandeiro

Contato:

Danuzio Lima

(786) 853- 9624

 

Clube do Choro comemora Aniversario de Pixinguinha e dia do Choro com o show “Chorando p’ra Pixinguinha” dia 21 de Abril no Gil’s Café

Dia 21 de Abril é dia do nascimento do grande compositor brasileiro Pixinguinha e Dia Nacional do Choro. Em comemoração da data, o  Clube do Choro estará a exemplo do que aconteceu no ano passado, apresentando o show intitulado “Chorando pra Pixinguinha”, no Gil’s Café, com a participação “especialíssima” de uma das maiores cantoras brasileiras nos Estados Unidos: ROSE MAX!

Também para que não tem ouvido o Clube do Choro nos últimos meses, e também uma grande  oportunidade de ouvir o novo integrante do grupo, o “menino-terrivel”  Douglas Lora  executar com perfeição obras de Garoto, Dilermando Reis e outros bambas das cordas, no seu violão maravilhoso.

Pixinguinha

O  repertório do show incluirá choros de Pixinguinha e outros grandes compositores do gênero: Jacó do Bandolim, Luís Americano, Waldir de Azevedo, K-Ximbinho, entre outros. Não percam! O show começará às 8 da noite o ingresso custa $5, e o  Gil’s Café está localizado no 217, 71 Street, em Miami Beach. Reservas através do telefone (305) 867-9779

 

Transcrevemos a seguir uma breve biografia do gênio da musica brasileira:

Pixinguinha, nascido Alfredo da Rocha Vianna Júnior, nasceu dia 23 de abril de 1898 no bairro da Piedade, na cidade do Rio de Janeiro.

O apelido de Pixinguinha surgiu após ter ele contraído Bexiga, na época da epidemia. Começaram então a tratá-lo de «Bexinguinha», e depois «Pixinguinha». Sua família, no entanto, chamava-o de Pezinguim, apelido dado pela sua avó de origem africana, o que na sua língua queria dizer: Menino Bom.

Com 11 anos de idade já tocava cavaquinho entre os chorões da época. Aos 11, fez sua primeira composição, um choro chamado Lata de Leite.  Aos 14 anos já tocava flauta na casa de chope La Concha, das 20 às 24 horas (ainda de calças curtas); foi este o seu primeiro emprego.

Foi maestro da Companhia Negra de Revista, onde conheceu sua esposa, que nessa altura era a estrela da companhia, atuando como cantora.

Pixinguinha

Casou-se em 5 de janeiro de 1927, com Albertina da Rocha Vianna (Beti) a quem dedicou a valsa “Querendo Bem”.

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Suas primeiras gravações foram feitas entre 1914 e 1918 na Casa Edson. Seus parceiros de serenata e amigos eram Luciano Gallet, Lulu do Cavaquinho, João da Baiana, Jacob e Raul Palmieri, Nelson Alves, Luiz Pinto, seu irmão Otávio Vianna (China), Donga, José Alves, Luis Pinto, Léo e João Pernambuco. Foi fundador do famoso conjunto “Os Oito Batutas”, e participou de muitos outros, menos famosos.

 

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Pixinguinha

Pixinguinha musicou as revistas de teatro, “O que o Rei não Viu” e “Assim é que é”; a opereta “Flor de Itapuia”; o melodrama “O Impossível Acontece”; e os filmes “Um Dia Qualquer” e “Sol Sobre a Lama” de Alex Vianny.  

(Baseado no texto de Wilfried Berk) 

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Dia 23 de abril, Aniversário de Pixinguinha, é o também o Dia Nacional do Choro.  

 

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Clube do Choro no Gil’s Café dia 21 de abril às 8 da noite!